Togni (2006), realizou o tratamento da fibro edema gelóide em 15 paciente do sexo feminino, entre 20 e 35 anos, utilizando o ultra-som associado a fonoforese e a endermologia observando significativa redução no FEG de grau 1 e 2, e um melhor aspecto no de grau 3, como resultado, 40% das pacientes obtiveram redução em todas suas medidas, 20% em 4 medidas, 13.33% em 3 medidas, 13.33% em 2 medidas e 13.33% obtiveram um aumento das mesmas.
Corrêa (2005), realizou um estudo com uma paciente do sexo feminino, com 21 anos, utilizando-se do ultra-som associado a fonoforese, realizando 15 atendimentos, onde foi obseravado uma diminuição de 0,5cm na perna D e 1cm na perna E.
Weimann (2004), selecionou 05 pacientes que foram submetidas a 20 atendimentos com ultra-som de 3Mhz, contínuo e dose de 1,2W/cm2, por 7 minutos. Todas as pacientes apresentaram aumento da perimetria inicial, sendo que na média do grupo houve um aumento de 0,4cm em relação a primeira perimetria.
Pode ser observado conforme os estudos apresentados, que realmente são necessários um número elevado de atendimentos para um resultado mais satisfatórios. E também que o emprego de uma única técnica pode não ser o suficiente, sendo assim, a associação de 2 ou mais técnicas sugere-se ser mais eficaz.
Questões como a alimentação devem ser sempre levados em conta. Os hábitos desordenados e abusos na dieta criam com o passar do tempo desequilíbrios a nível celular que originarão uma reação em cadeia influenciando diretamente na formação do fibro edema gelóide. (Cardoso, 2002)
O fibro edema gelóide não deve ser considerado isoladamente para o tratamento, pois é preciso buscar a saúde da paciente em todos os seus aspectos, ou seja, o sistema muscular e a gordura localizada também devem ser abordados para devolver a harmonia corporal. (Guirro & Guirro, 2002; Neto et. al., 2003; Lopes, 2003)
http://professor.swai.com.br/thiagostefanello/artigos/artigo-celulitemariacecilia.doc.
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